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	<title>Info(rmação) sobre Info(rmatica)</title>
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		<title>MIT &#8211; Cursos Traduzidos</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 00:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mudamos para http://infoachei.com.br/ Obrigado pela visita! Moved to http://infoachei.com.br/ Thanks for visits! O portal Universia traduziu os cursos da MIT! Muito Bom vale a pena conferir! http://www.universia.com.br/mit/index.jsp<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=297&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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Obrigado pela visita!</p>
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Thanks for visits!</p>
<p>O portal Universia traduziu os cursos da MIT!</p>
<p>Muito Bom vale a pena conferir!</p>
<p><a href="http://www.universia.com.br/mit/index.jsp">http://www.universia.com.br/mit/index.jsp</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/infoduvidas.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/infoduvidas.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/infoduvidas.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/infoduvidas.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/infoduvidas.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/infoduvidas.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/infoduvidas.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/infoduvidas.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/infoduvidas.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/infoduvidas.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/infoduvidas.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/infoduvidas.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/infoduvidas.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/infoduvidas.wordpress.com/297/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=297&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>RSS &#8211; O que é?</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/rss-o-que-e/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webdesign]]></category>
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		<description><![CDATA[Mudamos para http://infoachei.com.br/ Obrigado pela visita! Moved to http://infoachei.com.br/ Thanks for visits! Introdução Hoje em dia é comum encontrar sites que possuem pequenas figuras (geralmente na cor laranja) acompanhadas de dizeres como &#8220;RSS&#8221;, &#8220;XML&#8221; ou &#8220;Atom&#8221;, como mostram as imagens abaixo. Note que a figura à direita, que é o símbolo universal desse padrão, não tem nenhuma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=294&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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Obrigado pela visita!</p>
<p>Moved to <a href="http://infoachei.com.br/">http://infoachei.com.br/</a><br />
Thanks for visits!</h3>
<h3>Introdução</h3>
<div id="HOTWordsTxt">
<p>Hoje em dia é comum encontrar sites que possuem pequenas figuras (geralmente na cor laranja) acompanhadas de dizeres como &#8220;RSS&#8221;, &#8220;XML&#8221; ou &#8220;Atom&#8221;, como mostram as imagens abaixo. Note que a figura à direita, que é o símbolo universal desse padrão, não tem nenhuma escrita, mas tem a mesma finalidade das demais: indicar que, naquele site, é possível utilizar feeds RSS.</p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/simbol_feeds.jpg" alt="XML, RSS, ATOM" /></p>
<p>Graças a esse recurso, sites e blogs podem divulgar conteúdo novo de maneira rápida e precisa. Quanto ao usuário, este pode ser informado de cada novidade de seus sites preferidos. O objetivo deste artigo é mostrar como o RSS permite tal possibilidade, explicar como esse padrão surgiu e esclarecer o seu funcionamento básico.</p>
<h3>O que é RSS</h3>
<p>A sigla RSS tem mais de um significado. Alguns a chamam de <strong>R</strong>DF <strong>S</strong>ite <strong>S</strong>ummary, outros a denominam <strong>R</strong>eally <strong>S</strong>imple <strong>S</strong>yndication. Há ainda os que a definem como <strong>R</strong>ich <strong>S</strong>ite <strong>S</strong>ummary.</p>
<p>RSS é um recurso desenvolvido em <a href="http://www.infowester.com/lingxml.php" target="_blank">XML</a> que permite aos responsáveis por sites e blogs divulgarem notícias ou novidades destes. Para isso, o link e o resumo daquela notícia (ou a notícia na íntegra) é armazenado em um arquivo de extensão .xml, .rss ou .rdf (é possível que existam outras extensões). Esse arquivo é conhecido como <strong>feed</strong>, feed RSS.</p>
<p>O interessado em obter as notícias ou as novidades deve incluir o link do feed do site que deseja acompanhar em um programa leitor de RSS (também chamado de agregador). Esse software (ou serviço, se for um site) tem a função de ler o conteúdo dos feeds que indexa e mostrá-lo em sua interface.</p>
<p>Para que você entenda melhor, imagine a seguinte situação: Arthur Dent é uma pessoa que gosta de ler as notícias/novidades dos seguintes sites: <a href="http://www.infowester.com/" target="_blank">InfoWester</a>, <a href="http://www.vivaolinux.com.br/" target="_blank">Viva o Linux</a>, <a href="http://www.br-linux.org/" target="_blank">BR-Linux</a>, <a href="http://www.folha.com.br/" target="_blank">Folha Online</a> e <a href="http://www.winajuda.com/" target="_blank">WinAjuda</a>. O problema é que, por ser uma pessoa muito atarefada, Arthur não tem muito tempo para verificar cada endereço em busca de conteúdo novo. Para que isso seja possível, ele utiliza os serviços de RSS de cada um desses sites. Através de seu programa-leitor, ele clica no nome do site indexado e uma lista de notícias daquele endereço aparece numa janela ao lado (essa lista pode mostrar apenas o título da notícia &#8211; esse título também é um link para a matéria &#8211; ou pode mostrar o título mais uma breve descrição, tudo depende da forma de trabalho do agregador). Arthur, então, lê a descrição de cada notícia e clica nos links das que lhe interessa. Ao fazer isso, ele é automaticamente direcionado à página que contém aquela matéria.</p>
<p>Em um outro exemplo, imagine que você costuma ler um total de 30 blogs. É trabalhoso visitar cada um para ver se há textos novos. Como todos esses blogs possuem RSS, você rapidamente fica sabendo quando algo novo foi disponibilizado. Para não &#8220;ficar por fora&#8221;, é recomendável que você também inclua RSS em seu blog, se tiver um.</p>
<p>A seguinte imagem ilustra a primeira situação. Repare que o programa usado é o navegador de internet <a href="http://www.opera.com/" target="_blank">Opera</a>, que assim como o <a href="http://br.mozdev.org/" target="_blank">Firefox</a> e o <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/ie/default.mspx" target="_blank">Internet Explorer</a>, é compatível com RSS. No lado esquerdo do programa está a lista de novidades do feed RSS do InfoWester. No lado direito, aparece o conteúdo disponibilizado na notícia/novidade selecionada. Repare que o nome do autor, a data de publicação e o link para a matéria completa também são mostrados.</p>
<p>É <a href="http://www.infowester.com/rss.php#">importante</a> frisar que há vários leitores de RSS disponíveis gratuitamente na internet. Há versões para praticamente todos os sistemas operacionais. Cada um é dotado de recursos diferentes. Por exemplo, há programas que se agregam a clientes de e-mail e permitem que você leia notícias em softwares como o Microsoft Outlook e o Mozilla Thunderbird, por exemplo. Outros são capazes de verificar os sites listados em um intervalo de tempo definido por você e emitem um aviso sonoro ou visual assim que encontram uma notícia nova. Mais utilizados, no entanto, são os leitores on-line, com destaque para o <a href="http://reader.google.com/" target="_blank">Google Reader</a> e para o <a href="http://www.bloglines.com/" target="_blank">Bloglines</a>. A vantagem destes serviços é que você consegue acessar os feeds que assina a partir de qualquer computador com acesso à internet, independente do sistema operacional.</p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/rss_exemplo.jpg" alt="Feeds RSS no navegador Opera" /></p>
<h3>Como o RSS surgiu</h3>
<p>O padrão RSS surgiu no início de 1999 e é uma criação da equipe da Netscape, que &#8220;largou&#8221; o projeto tempos depois por não achá-lo viável. Uma empresa de menor porte, a UserLand, decidiu por continuar o RSS para aplicá-lo em suas ferramentas de blogs. Para isso, os desenvolvedores resolveram simplificar o código e, quando isso foi concluído, o RSS 0.91 foi lançado. A Netscape tinha trabalhado até a versão 0.90.</p>
<p>Paralelo ao trabalho da UserLand, um grupo de desenvolvedores continuou o RSS 0.90 baseando-o no padrão RDF (ver o tópico a seguir). Logo, a versão 1.0 foi lançada por este grupo. A UserLand, no entanto, continuou seu trabalho, lançado versões como 0.92, 0.93 até que finalmente chegou à versão 2.0. Certamente, a UserLand daria a numeração 1.0 a esta última, mas essa seqüência já tinha sido adotada pelo outro grupo.</p>
<p>Na verdade, existem mais grupos trabalhando com RSS. É por isso que existem tantos nomes para essa tecnologia.</p>
<h3>O que é RDF</h3>
<p>RDF é a sigla para <strong>R</strong>esource <strong>D</strong>escription <strong>F</strong>ramework. Trata-se de uma especificação normalmente baseada em <a href="http://www.infowester.com/lingxml.php" target="_blank">XML</a> que tem como objetivo automatizar e ampliar recursos para a internet através de representação de informações. O RDF tem como base o trabalho de uma série de grupos que desenvolvem tecnologias de informação. Isso significa que o RDF não foi criado exclusivamente para ferramentas como o RSS, como muitos pensam. Na verdade, se estudarmos o RDF a fundo, veremos que ele tem utilidade em várias aplicações, como em sistemas de busca e mecanismos de compartilhamento de informação.</p>
<p>Por ser um assunto complexo e que foge dos objetivos deste artigo, o RDF não será detalhado aqui. Para maiores informações a respeito visite o site <a href="http://www.w3.org/RDF" target="_blank">www.w3.org/RDF</a>.</p>
<h3>O que é Atom</h3>
<p>Ao contrário de RSS, Atom não é uma sigla, mas também é um formato para divulgação de notícias. Há quem diga que esse projeto é, inicialmente, uma proposta de unificação do RSS 1.0 e do RSS 2.0. O Atom também é baseado em XML, mas seu desenvolvimento é tido como mais sofisticado. O grupo que nele trabalha tem até o apoio de grandes corporações, como o Google.</p>
<p>A grande maioria dos agregadores de feed disponíveis ao usuário suporta tanto as versões do RSS quanto o Atom. Para obter mais informações sobre essa tecnologia, visite seu site oficial: <a href="http://www.atomenabled.org/" target="_blank">www.atomenabled.org</a>.</p>
<h3>Como o RSS funciona</h3>
<p>Por ser baseado em XML, nada melhor do que explicar o funcionamento do RSS através de seu código-fonte. Para servir de exemplo, usaremos o código abaixo. Note que ele contém campos básicos, o que significa que feeds RSS disponíveis na internet podem contar com mais detalhes:</p>
<table border="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#f5f5f5">
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, san-serif;"><strong><span style="color:#000000;">&lt;rss version=&#8221;2.0&#8243;&gt;</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8230;..</span><strong><span style="color:#0000ff;">&lt;channel&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><span style="color:#ccccff;"><strong><span style="color:#0099ff;">&lt;generator&gt;</span></strong></span>RSS Builder <strong><span style="color:#0099ff;">&lt;/generator&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><span style="color:#ccccff;"><strong><span style="color:#0099ff;">&lt;title&gt;</span></strong></span>InfoWester<strong><span style="color:#0099ff;">&lt;/title&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><strong><span style="color:#0099ff;">&lt;link&gt;</span></strong>http://www.infowester.com<strong><span style="color:#0099ff;">&lt;/link&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><span style="color:#0099ff;"><strong>&lt;description&gt;</strong></span>Propagando conhecimento <strong><span style="color:#0099ff;">&lt;/description&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><strong><span style="color:#0099ff;">&lt;language&gt;</span></strong>pt-br<strong><span style="color:#0099ff;">&lt;/language&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><span style="color:#ccffff;"><strong><span style="color:#0099ff;">&lt;webMaster&gt;</span></strong></span>contato@infowester.com<strong><span style="color:#0099ff;">&lt;/webMaster&gt;</span></strong></p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;<span style="color:#009966;">.</span></span><span style="color:#009966;"><strong><span style="color:#006666;">&lt;item&gt;</span></strong></span><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;title&gt;</span></strong>Edições anteriores do Boletim AntiVírus<span style="color:#669999;"><strong>&lt;/title&gt;</strong></span><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><span style="color:#669999;"><strong>&lt;pubDate&gt;</strong></span>Thu, 13 Jan 2005 14:48:09 -0200<span style="color:#669999;"><strong>&lt;/pubDate&gt;</strong></span></p>
<p align="left"><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, san-serif;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><span style="color:#669999;"><strong>&lt;description&gt;</strong></span><br />
Agora é possível acessar as edições anteriores do Boletim AntiVírus. Estas são disponibilizadas com um atraso de duas edições em relação à última lançada. Assim, se a última edição for a de número 100, estarão disponíveis as edições de 1 a 98. Somente as notícias sobre vírus são fornecidas. As notícias de destaque e a dica de site da semana são exclusivamente fornecidas nas edições enviadas por e-mail.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;/description&gt;</span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, san-serif;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><span style="color:#669999;"><strong>&lt;link&gt;</strong></span>http://www.infowester.com/boletim2.php<strong><span style="color:#669999;">&lt;/link&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;author&gt;</span></strong>contato@infowester.com<strong><span style="color:#669999;">&lt;/author&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;category&gt;</span></strong>Boletim AntiVírus<strong><span style="color:#669999;">&lt;/category&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><span style="color:#006666;"><strong>&lt;/item&gt;</strong> </span><br />
</span></p>
<p align="left"><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, san-serif;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><strong><span style="color:#006666;">&lt;item&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;title&gt;</span></strong>PowerToys para Windows XP<span style="color:#669999;"><strong>&lt;/title&gt;</strong></span><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><span style="color:#669999;"><strong>&lt;pubDate&gt;</strong></span>Sun, 9 Jan 2005 22:02:11 -0200<span style="color:#669999;"><strong>&lt;/pubDate&gt;</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><span style="color:#669999;"><strong>&lt;description&gt;</strong></span><br />
A Microsoft costuma lançar pequenos aplicativos chamados &#8220;PowerToys&#8221; que permitem alterar ou aumentar as funcionalidades do Windows. No entanto, poucas pessoas os conhecem. Nestas dicas, você conhecerá os PowerToys preparados para o Windows XP.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;/description&gt;</span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, san-serif;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;link&gt;</span></strong>http://www.infowester.com/dicaspowertoysxp.php<strong><span style="color:#669999;">&lt;/link&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;author&gt;</span></strong>contato@infowester.com<strong><span style="color:#669999;">&lt;/author&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><strong><span style="color:#669999;">&lt;category&gt;</span></strong>Dicas<strong><span style="color:#669999;">&lt;/category&gt;</span></strong><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span><strong><span style="color:#006666;">&lt;/item&gt;</span></strong><br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, san-serif;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;..</span><strong><span style="color:#0000ff;">&lt;/channel&gt;</span></strong><br />
<strong><span style="color:#000000;">&lt;/rss&gt;</span></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A primeira linha informa a versão do RSS usado. Neste caso, é a 2.0. Já a tag (tag é um campo em HTML que deve ser preenchido da forma &lt;nomedatag&gt; conteúdo &lt;/nomedatag&gt;) <em>channel</em> indica o canal do feed. A tag <em>link</em> possui o endereço do site (http://www.infowester.com) e a tag <em>title</em> é preenchida com o nome do site (InfoWester). Em <em>description</em>, é possível fornecer uma breve descrição do site. No entanto, muitos webmasters prefere informar o slogan do site neste campo. O do InfoWester é &#8220;Propagando conhecimento&#8221;. A tag <em>language</em> informa o idioma usado no site (português do Brasil) e o campo <em>webmaster</em> informa o responsável por ele. Há quem prefira informar um endereço de e-mail nesta tag. Neste caso, é contato@infowester.com.</p>
<p>Agora vem a parte mais interessante: a área <em>item</em>. Dentro desta tag está a notícia. Para cada uma, é necessário ter uma área <em>item</em> específica. Repare que no exemplo existem duas áreas <em>item</em>, logo, existem duas notícias. A área <em>item</em> é preenchida com a tag <em>title</em>, que fornece o título da notícia, com a tag <em>pubDate</em>, que fornece a data de publicação da notícia em questão, com a tag <em>description</em>, que permite a visualização de um resumo do texto (ou do texto completo), com a tag <em>link</em>, que indica o endereço da notícia, com a tag <em>autor</em>, que informa quem é o autor da notícia, e com a tag <em>category</em>, que permite ao webmaster informar qual é a seção/categoria daquela notícia. No exemplo, uma notícia pertence à seção <em>Boletim AntiVírus</em> (um antigo informativo do InfoWester, que foi substituído por uma <a href="http://www.infowester.com/newsletter.php" target="_blank">newsletter</a>), e a outra, à seção <a href="http://www.infowester.com/dicas.php" target="_blank">Dicas</a>.</p>
<p>Salvando este código com a extensão .rss ou .xml, e indicando ao agregador o endereço onde o arquivo ficará disponível, o RSS do site ficará pronto. O trabalho agora é do software ou do serviço que lê o RSS, que terá que usar cada informação de maneira adequada.</p>
<p>Você pode editar manualmente seu RSS ou então usar um programa/script próprio para isso. O código do exemplo foi gerado no programa <em>RSS Builder</em>. Repare que esse nome é informado na tag <em>generator</em>, a primeira depois da abertura da tag <em>channel</em>. Existem muitos geradores de RSS na internet, basta procurá-los em sites de downloads. Alguns sistemas de blog, como o <a href="http://www.wordpress.org/" target="_blank">WordPress</a>, geram RSS automaticamente.</p>
<h3>O símbolo universal</h3>
<p>A partir de sua versão 1.5, o navegador de internet Mozilla Firefox passou a adotar um símbolo diferente para o RSS. Depois disso, o símbolo se tornou padrão para representar feeds RSS, isto é, se tornou universal. Trata-se da imagem abaixo, que já foi mostrada no início deste artigo:</p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/rss_ff.jpg" alt="Símbolo RSS" /></p>
<p>No caso do Firefox ou de outros programas compatíveis com RSS, basta clicar no símbolo em questão que geralmente aparece no canto direito da barra de endereços ou em um ponto específico da página visitada para que o feed do site acessado seja adicionado.</p>
<h3>Finalizando</h3>
<p>Uma idéia simples e eficiente. Essa é uma boa forma de definir o que o padrão RSS representa. Como você deve ter notado, esse é um recurso muito útil para acessar conteúdo específico no meio do emaranhado de informações que a internet se tornou. Através de uma única interface, você pode ver notícias ou conhecer novidades das mais variadas fontes e ler somente aquelas que lhe são interessantes. Hoje em dia, é difícil encontrar sites que não oferecem esse recurso, o que prova que essa forma de distribuição de conteúdo veio para ficar e evoluir. E como não poderia deixar de ser, você pode acessar o <a href="http://www.infowester.com/newsiw.xml" target="_blank">RSS do InfoWester</a> para saber das novidades do site, o <a href="http://www.infowester.com/noticias/feed/" target="_blank">RSS do InfoWester Notícias</a>, além do <a href="feed://http//www.infowester.com/blog/?feed=rss2" target="_blank">RSS do Blog InfoWester</a>, que disponibiliza textos sobre tecnologia quase que diariamente.</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="http://www.infowester.com/rss.php">http://www.infowester.com/rss.php</a></p>
<p> </p></div>
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			<media:title type="html">infoduvidas</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.infowester.com/img_art/simbol_feeds.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">XML, RSS, ATOM</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.infowester.com/img_art/rss_exemplo.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Feeds RSS no navegador Opera</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.infowester.com/img_art/rss_ff.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Símbolo RSS</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Java &#8211; O que é?</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/java-o-que-e/</link>
		<comments>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/java-o-que-e/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[básico]]></category>
		<category><![CDATA[introdução a java]]></category>
		<category><![CDATA[java basico]]></category>
		<category><![CDATA[o que é]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudamos para http://infoachei.com.br/ Obrigado pela visita! Java, das torradeiras à Internet Muito hoje em dia é falado sobre Java e toda a revolução que ela vem provocando no way-of-life de programadores, analistas e internautas. Mas o que é Java, afinal? Quais são suas origens e seus propósitos? De onde vem todo esse sucesso? Java é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=292&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><strong>Mudamos para <a href="http://infoachei.com.br/">http://infoachei.com.br/</a><br />
Obrigado pela visita! </strong></p>
<p align="left"><strong></strong></p>
<p align="left"><strong>Java, das torradeiras à Internet</strong></p>
<p align="left"><strong><span style="text-decoration:underline;"><img src="http://www.infowester.com/img_art/0java.gif" alt="Duke" width="103" height="93" align="left" /></span></strong>Muito hoje em dia é falado sobre Java e toda a revolução que ela vem provocando no way-of-life de programadores, analistas e internautas. Mas o que é Java, afinal? Quais são suas origens e seus propósitos? De onde vem todo esse sucesso?</p>
<p align="left">Java é uma linguagem de programação orientada a objetos, desenvolvida por uma pequena equipe de pessoas na <em>Sun Microsystems</em>. Inicialmente elaborada para ser a linguagem-base de projetos de software para produtos eletrônicos, Java teve seu grande <em>boom</em> em 1995, devido ao <a href="http://www.infowester.com/lingjava.php#">sucesso</a> mundial da <em>World Wide Web</em>. Mas o que tem Java a ver com a WWW?</p>
<p align="left">Como foi dito, o propósito inicial do desenvolvimento de Java foi para funcionar em processadores de eletrodomésticos. Os projetistas de sistemas de controle desses processadores, descontentes com linguagens convencionais de programação, como <em>C</em>, propuseram a criação de uma linguagem específica para uso em processadores de aparelhos domésticos, como geladeiras e torradeiras. Todo o descontentamento dos projetistas residia no fato de que programas escritos e compilados em C são fortemente dependentes da plataforma para a qual foram desenvolvidos. Como o ramo de eletro-eletrônicos está em constante evolução, a cada novo liquidificador lançado no mercado com um novo processador embutido, um novo programa deveria ser escrito e compilado para funcionar no novo compilador, ou então, na melhor das hipóteses, para reaproveitar o antigo programa, no mínimo ele teria de ser re-compilado para o novo processador.</p>
<p align="left"><img src="http://www.infowester.com/img_art/torrajava.gif" alt="" width="216" height="199" align="left" />Um outro problema no uso de linguagens de programação tradicionais em produtos eletro-eletrônicos reside no fato de que o consumidor em geral quer uma longa vida útil para seu aparelho. De outro lado, é ponto pacífico que a maioria dos <a href="http://www.infowester.com/lingjava.php#">softwares</a> são projetados já prevendo-se sua breve obsolecência, ou seja, escreva um programa hoje e em poucos meses ele estará ultrapassado. Desta forma, sempre que novos processadores para eletrodomésticos fossem desenvolvidos, eles teriam de apresentar uma espécie de compatibilidade retroativa. (Se bem que para usuários de PC, isso não é lá muito estranho, basta lembrar a compatibilidade forçada na evolução 8088-80&#215;86 e no encadeamento DOS-Windows-Win95).</p>
<p align="left">Por fim, os projetistas de software de eletrodomésticos desejavam que o software por eles fabricado fosse seguro e robusto, capaz de funcionar em um ambiente tão adverso quanto uma cozinha. E que fosse confiável também, mais ainda que um software normal, pois quando ocorre alguma falha em um aparelho eletro-eletrônico, peças mecânicas são trocadas, gerando um custo a mais pro fabricante.</p>
<p align="left"><img src="http://www.infowester.com/img_art/2logojava.gif" alt="" width="52" height="88" align="left" />No início de 1990, <em>Naughton</em>, <em>Gosling</em> e <em>Sheridan</em> começaram a definir as bases para o projeto de uma nova linguagem de programação, apropriada para eletrodomésticos, sem os problemas já tão conhecidos de linguagens tradicionais como C e C++. O consumidor era o centro do projeto, e o objetivo era construir um ambiente de pequeno porte e integrar esse ambiente em uma nova geração de máquinas para &#8220;pessoas comuns&#8221;. A especificação da linguagem terminou em agosto de 1991, e a ela deu-se o nome de &#8220;<em>Oak</em>&#8221; [<em>Carvalho</em>]. Por problemas de copyrigth (já existia uma linguagem chamada Oak) o nome foi mudado em 1995 para Java, em homenagem à ilha de Java, de onde vinha o café consumido pela equipe da Sun.</p>
<p align="left">Em 1992, Oak foi utilizada pela primeira vez em um projeto chamado<em> Projeto Green</em>, que tinha por propósito desenvolver uma nova interface de usuário para controlar os aparelhos de uma casa. Tal interface consistia em uma representação animada da casa, que era exibida em um computador manual [chamado <em>star seven</em>, bisavô dos palmtops de hoje], e que tinha uma tela sensível ao toque que permitia a manipulação dos eletrodomésticos. Essa interface era totalmente escrita em Oak, e evoluiu para um projeto de interface para redes de televisão <em>pay-per-view</em>. Contudo, o padrão proposto por esses dois projetos não vingou, e outros padrões, pelo menos em sistemas de TV pay-per-view vêm tomando conta do mercado. Um personagem animado desses projetos, <em>Duke</em>, tornou-se um dos símbolos de Java.</p>
<p align="left">Em meados de 1993, pode-se dizer que Oak ia &#8220;mal das pernas&#8221;. Os projetos propostos não eram economicamente viáveis, e não se via um grande futuro no desenvolvimento de aparelhos que suportassem essa nova linguagem. Justamente nessa época, a World Wide Web estava em seu nascimento, trazendo um novo horizonte para a Internet. (<em>É importante lembrar que a Internet já existia muito antes do surgimento da WWW. A WWW nada mais é que um conjunto de protocolos que permite um acesso mais amigável aos recursos disponíveis na Internet. Dentre esses protocolos, por exemplo, o mais conhecido em geral é o de transferência de hipertexto [http]</em>). Com o lançamento do primeiro browser do mercado, o <em>Mosaic</em>, ocorreu à equipe de desenvolvimento da Sun que uma linguagem independente de plataforma, segura e robusta como a que estava sendo desenvolvida para eletrodomésticos caberia como uma luva para uso na Internet, uma vez que um aplicativo gerado nessa linguagem poderia rodar nos diversos tipos de computadores ligados na Internet, rodando qualquer sistema operacional, de PCs rodando OS/2 a estações RISC rodando AIX Unix, ou SparcStations rodando Solaris, os programas escritos nessa linguagem que viria a ser conhecida por Java seriam o modelo para qualquer aplicativo Web.</p>
<p align="left">Com o novo ânimo trazido pelo advento da WWW, a equipe da Sun desenvolveu um browser totalmente escrito em Java, tendo-o terminado no início de 1995 e denominado-o <em>HotJava</em>. O grande diferencial de HotJava para outros browsers da época (como o Mosaic, o Netscape Navigator e o Lynx) é que ele permitia a inserção de programas escritos em Java dentro de páginas HTML comuns. HotJava como browser foi um fiasco comercial, mas abriu os olhos dos desenvolvedores para um fato muito importante: as páginas HTML estariam fadadas a serem estáticas e sem ações embutidas em si, não houvesse uma linguagem padrão na qual fossem escritos programas que pudessem ser embutidos nas páginas Web. HotJava demonstrou que isso era possível (ou seja, incluir um programa, no caso escrito em Java, em uma página HTML rodando em um browser preparado para dar suporte à execução do programa, no caso o próprio HotJava). O grande &#8220;pulo do gato&#8221; de Java veio logo a seguir, quando a Netscape anunciou que sua próxima versão do browser Navigator, iria dar suporte a aplicativos Java embutidos em documentos HTML. Em seguida, a Microsoft anunciou o mesmo para o seu Internet Explorer. E Java estourou no mundo, a Sun contabilizava inúmeros downloads de seu JDK, diversas empresas desenvolveram IDEs para a programação em Java, e vieram <em>JavaScript</em>, <em>JavaBeans</em>, a briga deste com <em>ActiveX</em>, e&#8230;</p>
<p align="left">E a Internet jamais foi a mesma.</p>
<p align="left"><strong>Características do Java</strong></p>
<p align="left">Java é uma linguagem de alto nível, com sintaxe extremamente similar à do C++, e com diversas características herdadas de outras linguagens, como <em>Smalltalk </em>e <em>Modula-3</em>. É antes de tudo uma linguagem simples (é mesmo!), fortemente tipada, independente de arquitetura, robusta, segura, extensível, bem estruturada, distribuída, multithreaded e com garbage collection.</p>
<p align="left"><strong>SIMPLICIDADE:</strong> Java, é muito parecida com C++, mas muito mais simples. Java não possui sobrecarga de operadores, structs, unions, aritmética de ponteiros, herança múltipla, arquivos .h, diretivas de pré-processamento e a memória alocada dinamicamente é gerenciada pela própria linguagem, que usa algoritmos de garbage collection para desalocar regiões de memória que não estão mais em uso.</p>
<p align="left"><strong>ORIENTAÇÃO A OBJETOS:</strong> Ao contrário de C++, que é uma linguagem híbrida, Java é uma linguagem orientada a objetos que segue a linha purista iniciada por Smalltalk. Com a exceção dos tipos básicos da linguagem (int, float, etc.), a maior parte dos elementos de um programa Java são objetos. <em>(A título de curiosidade, Smalltalk já é considerada puramente O.O. [<strong>o</strong>rientada a <strong>o</strong>bjeto], pois absolutamente tudo em Smalltalk são objetos, não há tipos básicos em Smalltalk.)</em> O código é organizado em classes, que podem estabelecer relacionamentos de herança simples entre si. Somente a herança simples é permitida em Java. (Há uma forma de &#8220;simular&#8221; herança múltipla em Java com o uso interfaces, que veremos em outros passos do curso).</p>
<p align="left"><strong>PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO:</strong> Chamadas a funções de acesso remoto (sockets) e os protocolos Internet mais comuns (HTTP, FTP, Telnet, etc.) são suportadas em Java, de forma que a elaboração de aplicativos baseados em arquiteturas cliente-servidor é facilmente obtida.</p>
<p align="left"><strong>MULTITHREADING:</strong> A maior parte dos sistemas operacionais hoje no mercado dão suporte à multitarefa, como o Windows, OS/2 e Unix, ou seja, o computador é capaz e executar diversas tarefas ao mesmo tempo. Cada um desses sistemas tem o seu tipo de multitarefa, preemptiva ou não, com ou sem multiprocessamento. Java tem o suporte a multitarefa embutido na linguagem: um programa Java pode possuir mais de uma linha de execução (thread). Por exemplo, cálculos extensos, que em geral demandam muito tempo do processador, podem ser escritos em uma thread, e a parte de interface com o usuário, que depende mais dos periféricos de I/O que do processador, pode ser executada em outra thread. Programação concorrente em geral é uma tarefa difícil, mas Java fornece diversos recursos de sincronização de processos que tornam a programação mais simples.</p>
<p align="left"><strong>EXCEÇÕES:</strong> Todo programador em geral está bastante acostumado com o computador &#8220;travando&#8221; por causa de um erro em um programa. Em C++, por exemplo, a simples tentativa de abertura de um arquivo inexistente pode obrigar ao programador a reiniciar o computador. Programas Java, contudo, não &#8220;dão pau&#8221; no computador, já que a máquina virtual Java faz uma verificação em tempo de execução quanto aos acessos de memória, abertura de arquivos e uma série de eventos que podem gerar uma &#8220;travada&#8221; em outras linguagens, mas que geram exceções em programas Java. Em geral, ao escrever programas Java utilizando-se de herança de classes predefinidas, força-se em geral ao programador escrever algumas rotinas de tratamento de exceção, um trabalho que, se de início pode parecer forçado, irá poupar o programador de bastante dor de cabeça no futuro.</p>
<p align="left"><strong>GARBAGE COLLECTOR:</strong> Em Java, os programadores não necessitam preocupar-se com o gerenciamento de memória como em C++. Em C++, todo bloco de memória alocado dinamicamente (com new, malloc ou função similar) deveria ser liberado quando não fosse mais usado (com free, delete e parentes próximos). Isso acarretava diversos problemas mesmo ao programador mais experiente, que tinha que manter sempre um controle das áreas de memória alocadas para poder liberá-las em seguida. Java, ao contrário, utiliza-se de um conceito já explorado por Smalltalk, que é o de <em>garbage collection</em> (coleta de lixo). Sua função é a de varrer a memória de tempos em tempos, liberando automaticamente os blocos que não estão sendo utilizados. Se por um lado isso pode deixar o aplicativo um pouco mais lento, por manter uma thread paralela que dura todo o tempo de execução do programa, evita problemas como referências perdidas e avisos de falta de memória quando sabe-se que há megas e megas disponíveis na máquina.</p>
<p align="left"><strong>MACHINE INDEPENDENT:</strong> Uma das características de Java que tornou-a ideal para seu uso na elaboração de aplicativos distribuídos foi a sua independência de plataforma. Afinal, a Internet é uma grande &#8220;salada&#8221; de computadores de todos os tipos, dotados dos mais diversos sistemas operacionais e ambientes gráficos que se possa imaginar. Java consegue essa independência devido ao fato de que o compilador Java não gera instruções específicas a uma plataforma, mas sim um programa em um código intermediário, denominado bytecode, que pode ser descrito como uma linguagem de máquina destinada a um processador virtual que não existe fisicamente. Na realidade, existe. A Sun está desenvolvendo, já com alguns resultados práticos, microprocessadores cuja linguagem nativa é o Java: o picojava, microjava e ultrajava. O código Java compilado pode então ser executado por um interpretador de bytecodes, a JVM &#8211; Java Virtual Machine, que é um emulador de processador.</p>
<p align="left"><strong>Arquitetura e Ferramentas</strong></p>
<p align="left"><em><strong>Como compilar e executar um programa Java?</strong></em></p>
<p align="left">O processo de compilação de um programa Java é feito de acordo com os seguintes passos: o código fonte (extensão .java) é compilado e armazenado em um arquivo de extensão .class. De cara, percebe-se a impossibilidade de utilizar-se de DOS como sistema operacional para a elaboração de aplicativos Java, uma vez que o mesmo tem um suporte limitado a nomes de arquivos. Mas essa limitação quanto ao nome dos arquivos é somente a razão aparente da não-portabilidade de Java para DOS. A grande razão reside no fato de que Java foi projetada para sistemas de 32 bits, e só foram escritas Máquinas Virtuais Java para ambientes de 32 bits.</p>
<p align="left">A portabilidade de Java depende fortemente da existência de JVMs que rodem em diversas plataformas. Um programa Java rodará em um computador se existir uma JVM que nele rode. Ao contrário de programas Java, as JVMs devem ser programas feitos e compilados para máquinas específicas, de forma que serão as JVMs as responsáveis pela tradução de bytecodes Java para as linguagens nativas das máquinas.</p>
<p align="left">O conjunto de instruções da Máquina Virtual Java é otimizado para ser pequeno e compacto, tendo sido elaborado para ser uma espécie de processador RISC virtual: a rapidez da interpretação às vezes é sacrificada para garantir esse reduzido conjunto de instruções.</p>
<p align="left">O compilador mais utilizado para a transformação de arquivos-fonte java (.java) em arquivos de bytecodes é o javac da Sun (há diversos outros compiladores no mercado, mas o javac foi o primeiro e é o mais popular ainda hoje).</p>
<p align="left"><img src="http://www.infowester.com/img_art/3java.jpg" alt="" width="312" height="225" /></p>
<p align="left">Uma vez gerado o arquivo .class, ele deve ser passado à JVM instalada no computador. No caso mais comum, a JVM utilizada é a distribuída pela Sun em seu JDK (Java Developers Kit), denominada java. Isso no caso de aplicativos. No caso de Applets, os browsers que suportam Java já contêm em si uma JVM que interpreta os bytecodes das Applets.</p>
<p align="left"><strong>Ferramentas para desenvolvimento em Java</strong></p>
<p align="left">A Sun, ao lançar a linguagem Java, pôs à disposição gratuitamente o pacote JDK &#8211; Java Developer&#8217;s Kit, que inclui, entre outros:</p>
<p align="left"><strong>Javac</strong> &#8211; o compilador de arquivos .java para bytecodes .class;</p>
<p align="left"><strong>Java</strong> &#8211; a JVM específica para a plataforma;</p>
<p align="left"><strong>Appletviewer</strong> &#8211; visualizador de applets, sem a necessidade de execução das mesmas num browser.</p>
<p align="left">Diversas empresas desenvolveram ambientes para programação em Java, mas por enquanto nenhum deles firmou-se no mercado. Alguns IDEs (Integrated Development Environments) disponíveis para shareware ou para compra são mostrados a seguir:</p>
<p align="left"><img src="http://www.infowester.com/img_art/4javams.gif" alt="" width="250" height="70" align="left" /><strong>Microsoft Visual J++</strong> &#8211; A Microsoft, que de início menosprezou todo o potencial da Internet, e que subestimou Java como uma linguagem promissora, agora &#8220;retomou o bonde&#8221; e tenta, com o seu VJ++, estabelecer um padrão para IDEs Java. Contudo, o VJ++ tem mecanismos intrincados de instalação, consome muito espaço em disco e exige a presença do Internet Explorer no computador.</p>
<p align="left"><img src="http://www.infowester.com/img_art/5jvsymcafe.gif" alt="" width="153" height="308" align="right" /><strong>Symantec Visual Café</strong> &#8211; A Symantec foi uma das poucas a acertarem em ambientes para Java. O seu Symantec Café fez grande sucesso em 1996, e o Visual Café parece ser bastante promissor. O ambiente de programação lembra o de Visual Basic.</p>
<p align="left"><img src="http://www.infowester.com/img_art/6javsuperc.gif" alt="" width="73" height="67" align="left" /><strong>Asymetrix SuperCede</strong> &#8211; Na tentativa de desenvolver um compilador para Java, a Asymetrix desenvolveu o SuperCede, que peca por ferir um dos principais conceitos de Java: a portabilidade. SuperCede possui um compilador próprio que não gera bytecodes, mas sim código executável, na tentativa de ganho de performance.</p>
<p align="left"><strong>Java e a Internet</strong></p>
<p align="left">Como sabemos, a Internet é uma gigantesca &#8220;rede&#8221; (conceitualmente falando) que liga &#8220;zilhares&#8221; de computadores entre si. É uma rede heterogênea, já que diversos tipos de computadores estão ligados a ela. Todos esses computadores utilizam-se do protocolo <em>TCP/IP</em> para comunicarem-se. Como eles são distintos, eles precisam de uma linguagem que não esteja necessariamente amarrada a uma plataforma de hardware/software específica. Como já vimos, Java mostra-se ideal quanto a esse fator.</p>
<p align="left">Uma vez que os programa Java são transmitidos como bytecodes, eles podem rodar em qualquer computador sem necessitar uma nova recompilação, independente da plataforma na qual ele será executado. Programas Java sempre são carregados no computador cliente e nele executado.</p>
<p align="left">Há dois tipos básicos de programas Java: <em>Aplicativos</em>, que são programas como outros quaisquer, e <em>Applets</em>, programas especialmente confeccionados para executarem dentro de uma página HTML. Ao abrir uma página HTML que tenha inserida em si uma applet Java, esta é automaticamente descarregada para seu computador e executada. Daí vem a pergunta: há riscos de um vírus infectar o seu computador cliente??? Isso não ocorre, devido a uma série de limitações que os projetistas de Java impuseram às applets, por razões de segurança puramente, de forma que nenhuma applet Java seja capaz de &#8220;roubar&#8221; informações ou danificar dados do computador. A razão de toda essa segurança reside no fato de que programas Java são compilados em bytecodes que são verificados. Instruções bytecode são muito similares a outros conjuntos de instruções projetados para plataformas específicas, com a diferença de que bytecodes são conferidos através de informações adicionais que eles carregam em si informando a legitimidade ou não do arquivo.</p>
<p align="left"><img src="http://www.infowester.com/img_art/7java.jpg" alt="" width="513" height="347" /></p>
<p align="left">Programas C++ em geral chamam funções por endereço. Como o endereço é um número simples que pode ser construído de qualquer forma, o programa pode utilizar-se de qualquer número para executar uma função. Java, ao contrário, tem uma abordagem muito diferente. Métodos e variáveis não são acessados por endereço, mas sim por nomes. É a esse processo de verificar quais métodos e variáveis que serão realmente usados e que chamamos verificação, que é necessário para garantir que os bytecodes não sofram qualquer adulteração e que continuem obedecendo às restrições de Java. Uma vez verificado o bytecode, a JVM irá traduzir enfim os nomes de funções para endereços.</p>
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		<media:content url="http://www.infowester.com/img_art/0java.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Duke</media:title>
		</media:content>

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	</item>
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		<title>Java &#8211; JSE, JEE, JME &#8211; O que é?</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/java-jse-jee-jme-o-que-e/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Java é uma linguagem de programação que permite o desenvolvimento de aplicações para uma série de plataformas. É possível ter software Java desde de dispositivos pequenos, como telefones celulares, até computadores de grande porte, como os mainframes, por exemplo. Devido a essa característica, a linguagem Java conta com três conhecidos ambientes de desenvolvimento: o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=290&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<div id="HOTWordsTxt">
<p>Java é uma linguagem de programação que permite o desenvolvimento de aplicações para uma série de plataformas. É possível ter software Java desde de dispositivos pequenos, como telefones celulares, até computadores de grande porte, como os mainframes, por exemplo. Devido a essa característica, a linguagem Java conta com três conhecidos ambientes de desenvolvimento: o <strong>JSE</strong> (ou J2SE), o <strong>JEE</strong> (ou J2EE) e o <strong>JME</strong> (J2ME). Este artigo mostrará brevemente o que cada um faz e, conseqüentemente, o que os diferem.</p>
<p><strong>Ambiente de desenvolvimento?</strong></p>
<p>A linguagem Java vem sofrendo aprimoramentos desde o seu lançamento. O aumento no número de aplicações e, conseqüentemente, o aumento no número de bibliotecas padrão da linguagem, levou à criação de três divisões na plataforma a partir da versão 2 da linguagem: J2SE, J2EE e J2ME. Essas divisões são chamadas por alguns de ambientes de desenvolvimento. Esse é o termo adotado aqui no InfoWester. No entanto, há quem as denomine <em>profile</em>, plataforma, versão, entre outros.</p>
<p>É importante ressaltar que, a partir de 2006, passou-se a utilizar uma nova nomenclatura para essas plataformas. O número 2 foi retirado das siglas que as representam. Assim, estas passaram a ser <strong>JSE</strong>, <strong>JEE</strong> e <strong>JME</strong>.</p>
<p><strong>JSE</strong></p>
<p>O JSE (<strong>J</strong>ava <strong>S</strong>tandard <strong>E</strong>dition) é o ambiente de desenvolvimento mais utilizado. Isso porque seu uso é voltado a PCs e servidores, onde há bem mais necessidade de aplicações. Além disso, pode-se dizer que essa é a plataforma principal, já que, de uma forma ou de outra, o JEE e o JME tem sua base aqui. Pode-se dizer também que esses ambientes de desenvolvimento são versões aprimoradas do JSE para as aplicações a que se propõem.</p>
<p>Por ser a plataforma mais abrangente do Java, o JSE é a mais indicada para quem quer aprender a linguagem.</p>
<p><strong>JEE</strong></p>
<p>O JEE (<strong>J</strong>ava <strong>E</strong>nterprise <strong>E</strong>dition) é a plataforma Java voltada para redes, internet, intranets e afins. Assim, ela contém bibliotecas especialmente desenvolvidas para o acesso a servidores, a sistemas de e-mail, a banco de dados, etc. Por essas características, o JEE foi desenvolvido para suportar uma grande quantidade de usuários simultâneos.</p>
<p>A plataforma JEE contém uma série de especificações, cada uma com funcionalidades distintas. Entre elas, tem-se:</p>
<p>- JDBC (<strong>J</strong>ava <strong>D</strong>ata<strong>b</strong>ase <strong>C</strong>onnectivity), utilizado no acesso a banco de dados;</p>
<p>- JSP (<strong>J</strong>ava <strong>S</strong>erver <strong>P</strong>ages), um tipo de servidor Web. Grossamente falando, servidores Web são as aplicações que permitem a você acessar um site na internet;</p>
<p>- Servlets, para o desenvolvimento de aplicações Web, isto é, esse recurso &#8220;estende&#8221; o funcionamento dos servidores Web, permitindo a geração de conteúdo dinâmico nos sites.</p>
<p><strong>JME</strong></p>
<p>O JME (<strong>J</strong>ava <strong>M</strong>icro <strong>E</strong>dition) é o ambiente de desenvolvimento para dispositivos móveis ou portáteis, como telefones celulares e palmtops. Como a linguagem Java já era conhecida e a adaptação ao JME não é complicada, logo surgiram diversos tipos de aplicativos para tais dispositivos, como jogos e agendas eletrônicas. As empresas saíram ganhando com isso porque, desde que seus dispositivos tenham uma <a href="http://infoduvidas.wordpress.com/wp-admin/jvm.php" target="_blank">JVM</a> (<strong>J</strong>ava <strong>V</strong>irtual <strong>M</strong>achine &#8211; Máquina Virtual Java), é possível, com poucas modificações, implementar os aplicativos em qualquer aparelho, sendo o único limite a capacidade do hardware.</p>
<p>A plataforma JME contém configurações e bibliotecas trabalhadas especialmente para a atuação em dispositivos portáteis. Assim, o desenvolvedor tem maior facilidade para lidar com as limitações de processamento e memória, por exemplo. Um exemplo disso é a configuração chamada CLDC (<strong>C</strong>onnected <strong>L</strong>imited <strong>D</strong>evice <strong>C</strong>onfiguration), destinada a dispositivos com recursos de hardware bastante limitados, como processadores de 16 bits e memórias com 512 KB de capacidade. Essa configuração contém uma JVM e um conjunto básico de bibliotecas que permite o funcionamento da aplicação Java em dispositivos com tais características.</p>
<p>A imagem a seguir mostra um jogo em Java que roda em dois dispositivos móveis diferentes (tirada do site <a href="http://www.msmobile.com/">http://www.msmobile.com</a>):</p>
<p><img src="http://infoduvidas.wordpress.com/wp-admin/img_art/jvm_cel_to_palm.jpg" alt="Dispositivos diferentes rodando a mesma aplicação" width="225" height="216" /></p>
<p><strong>Complemento: JRE</strong></p>
<p>Se você não é e não pretende ser um desenvolvedor, basta ter uma JRE (<strong>J</strong>ava <strong>R</strong>untime <strong>E</strong>nvironment) em seu computador para executar aplicações nesta linguagem. Uma JRE é composta de uma JVM e de um conjunto de bibliotecas que permite a execução de softwares em Java.</p>
<p>Um fato interessante a ser contado, é que uma JRE (pelo menos a fornecida pela <a href="http://www.sun.com/" target="_blank">Sun</a>) contém o chamado &#8220;Java Plugin&#8221;. Esse recurso permite a execução de aplicações em Java em navegadores de internet sem suporte à linguagem ou que suportam, mas com alguma particularidade.</p>
<p><strong>Finalizando</strong></p>
<p>Como pode ser visto neste artigo, a tecnologia Java é bastante abrangente e permite o desenvolvimento de soluções para uma infinidade de aplicações. São tantos recursos, que até mesmo desenvolvedores experientes podem se confundir em um determinado momento. Felizmente, a comunidade Java é organizada e não é difícil encontrar auxílio em sites ou fóruns especializados. Caso queira mais informações sobre Java, visite o site oficial: <a href="http://java.sun.com/" target="_blank">java.sun.com</a>.</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="http://www.infowester.com/versoesjava.php">http://www.infowester.com/versoesjava.php</a></p>
<p> </p></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/infoduvidas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/infoduvidas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/infoduvidas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/infoduvidas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/infoduvidas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/infoduvidas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/infoduvidas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/infoduvidas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/infoduvidas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/infoduvidas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/infoduvidas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/infoduvidas.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/infoduvidas.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/infoduvidas.wordpress.com/290/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=290&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Redes Neurais Artificiais &#8211; O que é?</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/redes-neurais-artificiais-o-que-e/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudamos para http://infoachei.com.br/ Obrigado pela visita! Introdução O estudo das redes neurais artificiais é algo fascinante e esse fascínio aumenta à medida que se tem mais conhecimento sobre o assunto. Trata-se de um conceito de extrema importância da computação, responsável pela solução de muitos problemas complexos. Este artigo explicará o que são redes neurais artificiais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=288&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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Obrigado pela visita! </strong><strong>Introdução</strong></p>
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<p>O estudo das redes neurais artificiais é algo fascinante e esse fascínio aumenta à medida que se tem mais conhecimento sobre o assunto. Trata-se de um conceito de extrema importância da computação, responsável pela solução de muitos problemas complexos. Este artigo explicará o que são redes neurais artificiais e abordará de maneira básica seu funcionamento.</p>
<p><strong>O que são redes neurais artificiais</strong></p>
<p>Redes neurais artificiais são um conceito da computação que visa trabalhar no processamento de dados de maneira semelhante ao cérebro humano. O cérebro é tido como um processador altamente complexo e que realiza processamentos de maneira paralela. Para isso, ele organiza sua estrutura, ou seja, os neurônios, de forma que eles realizem o processamento necessário. Isso é feito numa velocidade extremamente alta e não existe qualquer computador no mundo capaz de realizar o que o cérebro humano faz.</p>
<p>Nas redes neurais artificiais, a idéia é realizar o processamento de informações tendo como princípio a organização de neurônios do cérebro. Como o cérebro humano é capaz de aprender e tomar decisões baseadas na aprendizagem, as redes neurais artificiais devem fazer o mesmo. Assim, uma rede neural pode ser interpretada como um esquema de processamento capaz de armazenar conhecimento baseado em aprendizagem (experiência) e disponibilizar este conhecimento para a aplicação em questão.</p>
<p><strong>Funcionamento das redes neurais artificiais</strong></p>
<p>As redes neurais artificiais são criadas a partir de algoritmos projetados para uma determinada finalidade. É impossível criar um algoritmo desse sem ter conhecimento de modelos matemáticos que simulem o processo de aprendizado do cérebro humano. Por este ser um artigo de introdução a este assunto, abordaremos uma explicação conceitual eliminando ao máximo os princípios matemáticos naturalmente relacionados.</p>
<p>Basicamente, uma rede neural se assemelha ao cérebro em dois pontos: o conhecimento é obtido através de etapas de aprendizagem e pesos sinápticos são usados para armazenar o conhecimento. Uma sinapse é o nome dado à conexão existente entre neurônios. Nas conexões são atribuídos valores, que são chamados de pesos sinápticos. Isso deixa claro que as redes neurais artificiais têm em sua constituição uma série de neurônios artificiais (ou virtuais) que serão conectados entre si, formando uma rede de elementos de processamento.</p>
<p>Tendo uma rede neural montada, uma série de valores podem ser aplicados sobre um neurônio, sendo que este está conectado a outros pela rede. Estes valores (ou entradas) são multiplicados no neurônio pelo valor do peso de sua sinapse. Então, esses valores são somados. Se esta soma ultrapassar um valor limite estabelecido, um sinal é propagado pela saída (axônio) deste neurônio. Em seguida, essa mesma etapa se realiza com os demais neurônios da rede. Isso quer dizer que os neurônios vão enfrentar algum tipo de <em>ativação</em>, dependendo das entradas e dos pesos sinápticos.</p>
<p>Existem várias formas de se desenvolver uma rede neural. Ela deve ser montada de acordo com o(s) problema(s) a ser(em) resolvido(s). Em sua arquitetura são determinados o número de camadas usadas (as camadas são formadas por neurônios), a quantidade de neurônios em cada camada, o tipo de sinapse utilizado, etc.</p>
<p><img src="http://infoduvidas.wordpress.com/wp-admin/img_art/rn.png" alt="Representação de uma rede neural" width="284" height="186" /></p>
<p><strong>O aprendizado</strong></p>
<p>O processo de aprendizagem das redes neurais é realizado quando ocorrem várias modificações significantes nas sinapses dos neurônios. Essas mudanças ocorrem de acordo com a ativação dos neurônios. Se determinadas conexões são mais usadas, estas são reforçadas enquanto que as demais são enfraquecidas. É por isso que quando uma rede neural artificial é implantada para uma determinada aplicação, é necessário um tempo para que esta seja treinada.</p>
<p>Existem, basicamente, 3 tipos de aprendizado nas redes neurais artificiais:</p>
<p>Supervisionado: neste tipo, a rede neural recebe um conjunto de entradas padronizados e seus correspondentes padrões de saída, onde ocorrem ajustes nos pesos sinápticos até que o erro entre os padrões de saída gerados pela rede tenham um valor desejado;</p>
<p>Não-supervisionado: neste tipo, a rede neural trabalha os dados de forma a determinar algumas propriedades dos conjunto de dados. A partir destas propriedades é que o aprendizado é constituído;</p>
<p>Híbrido: neste tipo ocorre uma &#8220;mistura&#8221; dos tipos supervisionado e não-supervisionado. Assim, uma camada pode trabalhar com um tipo enquanto outra camada trabalha com o outro tipo.</p>
<p><strong>Aplicações para redes neurais</strong></p>
<p>As redes neurais artificiais podem ser aplicadas para resolver uma grande quantidade de problemas. Um bom exemplo de aplicação são softwares de reconhecimento de voz, que precisam aprender a conhecer a voz de determinadas pessoas. Redes neurais também são usados em rôbos que desarmam bombas. Se você já usou um scanner para retirar um texto de um jornal, por exemplo, saiba que o software de OCR, que é responsável por isso, precisa aprender a reconhecer caracteres da imagem. Logo, ele certamente possui algoritmos de rede neural. Existem até alguns softwares que aprendem a identificar SPAMs em e-mails e apagá-los (e conseguem uma margem aceitável de acertos). Mas no geral as redes neurais são usadas principalmente em aplicações mais complexas, como em usinas, mercado financeiro, etc.</p>
<p><strong>Finalizando</strong></p>
<p>É claro que as redes neurais artificiais abordam outros conceitos que não foram citados aqui, afinal este é um artigo de introdução e o assunto é complexo para ser detalhado no InfoWester. Tanto que existem até livros sobre redes neurais. Se você tem interesse pelo assunto, as redes neurais costumam ser abordadas em cursos de computação de universidades. Portanto, você pode estudar ciência da computação e se especializar nesta área, por exemplo.</p>
<p>Quando uma rede neural artificial é implementada, isso não significa que ela terá 100% de acerto nas situações em que trabalha. Este é um assunto há tempos sendo estudado, mas que ainda sofre pesquisas e certamente terá ainda muitas inovações. O sonho de se ter uma máquina tão poderosa quanto o cérebro humano é o que certamente idealizou este assunto, mas ainda há muito trabalho a ser feito.</p>
<p>As redes neurais artificiais podem ser usadas em muitas aplicações críticas. E apesar de ser um assunto complexo, é como foi dito no início deste artigo: é algo fascinante e este fascínio aumenta à medida que se tem mais conhecimento sobre o assunto.</p>
<p><em>Fonte:</em></p>
<p><a href="http://www.infowester.com/redesneurais.php">http://www.infowester.com/redesneurais.php</a></div>
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	</item>
		<item>
		<title>DNS (Domain Name System) O que é?</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/dns-domain-name-system-o-que-e/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudamos para http://infoachei.com.br/ Obrigado pela visita! Introdução A internet possui uma infinidade de sites e, para acessá-los, você digita um endereço no campo correspondente do seu navegador, por exemplo, www.google.com.br, www.infowester.com e www.ealecrim.net. No entanto, o que o computador faz para encontrar esses sites quando você solicita? É neste ponto que &#8220;entra em cena&#8221; a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=286&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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Obrigado pela visita! </strong><strong>Introdução</strong></p>
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<p>A internet possui uma infinidade de sites e, para acessá-los, você digita um endereço no campo correspondente do seu navegador, por exemplo, <em>www.google.com.br</em>,<em> www.infowester.com</em> e <em>www.ealecrim.net</em>. No entanto, o que o computador faz para encontrar esses sites quando você solicita? É neste ponto que &#8220;entra em cena&#8221; a tecnologia DNS, que será explicada a seguir.</p>
<p><strong>O que é DNS</strong></p>
<p>DNS é a sigla para <strong>D</strong>omain <strong>N</strong>ame <strong>S</strong>ystem (Sistema de Resolução de Nomes). Trata-se de um recurso usado em redes TCP/IP (o protocolo utilizado na internet e na grande maioria das redes) que permite acessar computadores sem que o usuário ou sem que o próprio computador tenha conhecimento de seu <a href="http://www.infowester.com/internetprotocol.php" target="_blank">endereço IP</a>.</p>
<p>Cada site da internet é acessível por um endereço IP. O problema é que existem tantos que é praticamente impossível decorar o IP de cada um. Imagine que ao invés de digitar <em>www.infowester.com</em> para acessar este site, você tivesse que informar ao navegador o endereço <em>200.178.123.25</em>. Imagine então que você tivesse que fazer o mesmo para cada site que você visita, como Google, UOL, Yahoo, etc. Como você deve ter percebido, ia ser trabalhoso acessar cada um desses sites através do endereço IP, pois além de decorá-los, você teria que consultar uma relação de IPs toda vez que quisesse acessar um site novo.</p>
<p>Para lidar com esse problema é que o DNS é usado. É ele que permite o uso de nomes (também chamados de domínios) ao invés dos IPs no acesso aos sites. Basicamente, na internet, o DNS é um conjunto de grandes bancos de dados distribuídos em servidores de todo o mundo que indicam qual IP é associado a um nome (ou seja, um endereço do tipo <em>www.nomedosite.com</em>).</p>
<p><strong>Funcionamento do DNS</strong></p>
<p>Como já foi dito, os serviços de DNS da internet são um conjunto de bancos de dados espalhados em servidores de todo o mundo. Esses bancos de dados têm a função de indicar qual IP está associado a um nome de um site. Quando você digita um endereço em seu navegador, por exemplo, <em>www.infowester.com</em>, seu computador solicita aos servidores de DNS de seu provedor de internet que encontre o endereço IP associado a <em>www.infowester.com</em>. Se os servidores não tiverem essa informação, ele se comunica com outros que possam ter.</p>
<p>Para facilitar esse processo, os nomes dos sites são divididos hierarquicamente, como mostra a imagem abaixo:</p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/esq_dns.gif" alt="Esquema - DNS" width="478" height="245" /></p>
<p>Note que dentro de cada domínio (.com, .net, .gov) existem outras subdivisões. Por exemplo, dentro de .com há .com.br, .com.fr, .com.ar, etc.</p>
<p>Com essas divisões, é possível atribuir cada uma das terminações a uma entidade que as gerencie. Assim, para você registrar um domínio .br, é necessário fazer a solicitação ao <a href="http://www.registro.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil</a>, órgão que controla essa terminação. Para registrar um domínio que termine com .fr é necessário procurar a entidade que controle esse tipo.</p>
<p>O servidor raiz &#8211; que pode ser entendido como o servidor principal no controle do DNS &#8211; é representado por um ponto e, seguindo a ordem de pesquisa, sua inserção é feita no final do nome. Assim, <em>www.infowester.com</em> deveria ficar como:</p>
<p><strong>www.infowester.com.</strong></p>
<p>Repare que se você digitar o endereço exatamente como está acima, o navegador entrará no site normalmente. No entanto, não é necessário incluir o ponto no final, pois os serviços envolvidos, assim como os browsers, sabem de sua existência e o executam automaticamente.</p>
<p>Para melhor entender o DNS, vamos ao seguinte exemplo: suponha que você queira visitar o site <em>www.nomedosite.com.br</em>. Para isso, primeiramente o servidor raiz é verificado e este indica o servidor de terminação .br, que por sua vez, indica o servidor que cuida do domínio <em>nomedosite.com.br</em> que informa qual o seu IP, ou seja, qual o servidor onde o site em questão está localizado.</p>
<p><strong>Cache de DNS</strong></p>
<p>Suponha que você tenha visitado um site que nunca tenha sido resolvido pelo serviço de DNS de seu provedor, de forma que este tenha que fazer uma pesquisa em outros servidores de DNS (através da pesquisa hierárquica). Para evitar que essa pesquisa tenha que ser feita novamente quando outro usuário do provedor tentar acessar o mesmo site, o serviço de DNS guarda a <a href="http://www.infowester.com/dns.php#">informação</a> da primeira consulta. Assim, em outra solicitação, ele já saberá qual o IP associado ao site em questão. Esse procedimento é conhecido como &#8220;cache de DNS&#8221;.</p>
<p>As informações do cache são armazenadas por um determinado período de tempo através de um parâmetro conhecido por TTL (<strong>T</strong>ime-<strong>t</strong>o-<strong>L</strong>ive). Este é utilizado para evitar que as informações gravadas se tornem desatualizadas. O período de tempo do TTL varia conforme o servidor e seu administrador.</p>
<p><strong>Breve histórico</strong></p>
<p>Quando a internet ainda era uma ferramenta de uso militar e não possuía muitos computadores, o acesso aos nomes era possível graça a um arquivo de nome<em> hosts.txt</em>. Esse arquivo continha os endereços de cada nome existente. Com o crescimento da internet, esse arquivo passou a crescer de igual forma e chegou ao ponto de ser tão grande que causava atraso nas atualizações. Por volta de 1983, o esquema hoje conhecido como DNS tomou forma para resolver esse problema. Sua primeira especificação pode ser vista <a href="http://www.faqs.org/rfcs/rfc883.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Finalizando</strong></p>
<p>A utilização do DNS não se limita à internet. Esse recurso pode (e é) utilizado em redes locais, extranets, etc. Sua implementação pode ser feita em praticamente qualquer sistema operacional, sendo muito usual nos sistemas baseados em Unix e no Windows.</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="http://www.infowester.com/dns.php">http://www.infowester.com/dns.php</a></div>
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		</media:content>

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			<media:title type="html">Esquema - DNS</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>PHP &#8211; O que é?</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/php-o-que-e/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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<p>Até algum tempo atrás, a Internet era composta basicamente de páginas estáticas, ou seja, páginas que dia após dia tinham o mesmo conteúdo, e que não interagiam com seus visitantes. Isto impedia que atitudes mais <a href="http://www.infowester.com/php.php#">profissionais</a> fossem tomadas nestes sites, pois sem a interatividade não era possível que empresas trocassem informações com seus clientes, com outras empresas e consigo mesma (troca de dados com departamentos, entre a empresa e seus vendedores, etc.). Em vista disto começaram a surgir algumas ferramentas que &#8220;deram vida&#8221; à Internet: Perl, TCL e outras linguagens padrão CGI (Common Gateway Interface).</p>
<p>Porém, essas linguagens eram limitadas quanto ao seu uso e eram pouco amigáveis. Mas estas iniciativas permitiram que outras linguagens fossem desenvolvidas exclusivamente para Internet. Entre elas, podemos citar: PHP, ASP, Java, JavaScript, VBScript e outras, sendo que algumas destas linguagens rodam no lado <a href="http://www.infowester.com/php.php#">servidor</a> (Server-Based) e outras rodam no lado cliente (Client-Based).</p>
<p><strong>O PHP em si</strong></p>
<p>PHP, atualmente, é a sigla para Hypertext Preprocessor, mas originalmente significou Personal Home Page, e se destaca entre as linguagens citadas anteriormente por ser multiplataforma (enquanto outras rodam somente em uma plataforma), ou seja, aceita vários sistemas operacionais, como Windows, Unix, Linux, etc. Além disso, ela é de fácil aprendizado, pois permite a conexão direta com uma grande quantidade de bancos de dados relacionais, enquanto outras ferramentas precisam de drivers ODBC para realizar a mesma tarefa. Entre os bancos de dados com conexão direta podemos citar: Oracle, Sybase, Informix, Postgresql, MySQL, mSQL, etc. Para outros bancos de dados, o PHP disponibiliza acesso via ODBC. E finalmente, o PHP é totalmente gratuito e pode ser baixado por meio de seu site oficia: <a href="http://www.php.net/" target="_blank">www.php.net</a>.</p>
<p>A linguagem PHP, de grosso modo, é uma combinação de linguagem de programação e servidor de aplicações. Você pode programar em PHP como em qualquer outra linguagem, definindo variáveis, criando funções, realizando loops, enfim, fazer tudo que é necessário e usado no mundo da programação.</p>
<p><strong>Uma breve história do PHP</strong></p>
<p>O PHP foi criado originalmente por <strong><em>Rasmus Lerdorf</em></strong> em meados de 1994 e escrito em Perl, sendo reescrito depois em C para incluir acesso a bancos de dados. Com a propagação dessa ferramenta pelo mundo virtual, Rasmus disponibilizou alguma documentação do software e batizou-o oficialmente de PHP v.1.0. Com a crescente utilização do PHP, mais e mais recursos foram incluídos (loops e arrays, por exemplo), tornando a linguagem cada vez mais potente. Nessa época, outros programadores juntaram-se a Rasmus, contribuindo sensivelmente para o aprimoramento da linguagem, entre os quais podemos citar os israelenses Zeev Suraski e Andi Gutmans (com certeza os maiores contribuidores), e foi assim que nasceu o PHP v.3.0. No momento em que este artigo foi atualizado, o PHP já se encontrava na versão 5.</p>
<p> </p>
<p><strong>Principais características do PHP</strong></p>
<p><strong>Código Aberto:</strong> Todo o código fonte do PHP está disponível;<br />
<strong>Custo Zero:</strong> O PHP é gratuito. Basta ir ao site oficial e fazer o download;<br />
<strong>Multiplataforma:</strong> O PHP pode rodar sobre o Unix, Linux, Windows, etc;<br />
<strong>Eficiência:</strong> O PHP consome poucos recursos do servidor, permitindo que programas complexos sejam desenvolvidos, sem que isto implique em grande demora na sua execução. Além disso, o PHP como módulo nativo do servidor WEB, evita chamadas externas, o que o torna ainda mais eficiente;<br />
<strong>Acesso a Bancos de Dados:</strong> Podemos acessar diretamente os principais bancos de dados utilizados atualmente e qualquer banco de dados do mercado por meio de ODBC;<br />
<strong>Processamento de Imagens:</strong> O PHP pode criar imagens dinamicamente e enviá-las ao browser do usuário.</p>
<p>Além destas características, podemos citar ainda a capacidade de ler informação do padrão XML, processamento de arquivos (leitura e gravação, tanto no formato texto quanto binário), a manipulação de variáveis complexas, a utilização de funções e classes e geração de código JavaScript, ou outro qualquer para processamento no lado cliente, a manipulação de e-mails, o gerenciamento de documentos PDF e muitas outras características que tornam o PHP uma linguagem realmente potente e indicada para a construção de sites dinâmicos.</p>
<p style="text-align:left;"><img src="http://www.infowester.com/img_art/phpfig.gif" alt="" width="589" height="249" /></p>
<p style="text-align:left;">Fonte:</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.infowester.com/php.php">http://www.infowester.com/php.php</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/infoduvidas.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/infoduvidas.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/infoduvidas.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/infoduvidas.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/infoduvidas.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/infoduvidas.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/infoduvidas.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/infoduvidas.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/infoduvidas.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/infoduvidas.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/infoduvidas.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/infoduvidas.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/infoduvidas.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/infoduvidas.wordpress.com/284/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=284&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Banco de Dados &#8211; Postgre x MySql</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/banco-de-dados-postgre-x-mysql/</link>
		<comments>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/banco-de-dados-postgre-x-mysql/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudamos para http://infoachei.com.br/ Obrigado pela visita! Introdução É muito fácil encontrar serviços de hospedagem de sites que oferecem em seus planos os Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGDB) MySQL e PostgreSQL, embora isso seja mais comum com o primeiro. Como esses SGBD não são usados apenas na internet, talvez seja de seu interesse utilizá-los [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=infoduvidas.wordpress.com&amp;blog=6675670&amp;post=282&amp;subd=infoduvidas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>É muito fácil encontrar serviços de hospedagem de sites que oferecem em seus planos os <a href="http://www.infowester.com/postgremysql.php#">Sistemas</a> Gerenciadores de Banco de Dados (SGDB) <strong>MySQL</strong> e <strong>PostgreSQL</strong>, embora isso seja mais comum com o primeiro. Como esses SGBD não são usados apenas na internet, talvez seja de seu interesse utilizá-los em seus projetos de software, uma vez que cada um é dotado de vantagens interessantes, como a gratuidade de uso. Para ajudá-lo a escolher o melhor para sua aplicação, este artigo apresenta as principais características de ambos, começando com o MySQL. Para tanto, é recomendável que você tenha algum conhecimento sobre os conceitos de bancos de dados.</p>
<p><strong>Alguns termos</strong></p>
<p>Mesmo aquelas pessoas que já trabalham com banco de dados podem ficar &#8220;perdidas&#8221; no meio de tantos nomes de recursos. Assim, para facilitar a compreensão, segue uma lista com uma breve explicação sobre os recursos mais importantes:</p>
<p><strong>- Referential integrity:</strong> também conhecido como &#8220;integridade referencial&#8221;, esse recurso consiste em restrições ou regras existentes para uma correta inserção de dados, por exemplo, para impedir que uma tabela seja preenchida sem que isso ocorra em outra;<br />
<strong>- Schemas:</strong> recurso que permite cruzar informações em um mesmo banco de dados, mas em estruturas diferentes;<br />
<strong>- SQL:</strong> sigla para Structured Query Language, é uma linguagem utilizada em bancos de dados relacionais;<br />
<strong>- SSL:</strong> sigla para Secure Sockets Layer, consiste em um protocolo para a troca segura de informações;<br />
<strong>- Stored procedures:</strong> esse recurso consiste em comandos SQL &#8220;guardados&#8221; no servidor para, por exemplo, executar tarefas repetitivas, evitando que um cliente tenha que executá-las constantemente;<br />
<strong>- Transactions:</strong> também conhecidas como transações, as transactions são instruções executadas em um bloco designado por parâmetros que indicam seu início e seu fim;<br />
<strong>- Triggers:</strong> também chamados de gatilhos, os triggers são recursos que permitem o acionamento de uma seqüência de comandos logo em seguida ou logo após um evento;<br />
<strong>- Views:</strong> os views consistem em um tipo de tabela virtual formada por campos extraídos de uma tabela &#8220;verdadeira&#8221;, facilitando o controle sob os dados acessados.</p>
<p><strong>O banco de dados MySQL</strong></p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/mysqllogo.png" alt="MySQL" width="81" height="42" align="right" />O MySQL é um dos sistemas de gerenciamento de banco de dados mais populares que existe e, por ser otimizado para aplicações Web, é amplamente utilizado na internet (inclusive aqui no InfoWester). É muito comum encontrar serviços de hospedagem de sites que oferecem o MySQL e a linguagem PHP, justamente porque ambos trabalham muito bem em conjunto.</p>
<p>Outro fator que ajuda na popularidade do MySQL é sua disponibilidade para praticamente qualquer sistema operacional, como Linux, FreeBSD (e outros sistemas baseados em Unix), Windows e Mac OS X. Além disso, o MySQL é um software livre (sob licença <a href="http://www.gnu.org/copyleft/gpl.html" target="_blank">GPL</a>), o que significa que qualquer um pode estudá-lo ou alterá-lo conforme a necessidade.</p>
<p>Entre as características técnicas do SGBD MySQL, estão:</p>
<p>- Alta compatibilidade com linguagens como PHP, Java, Python, C#, Ruby e C/C++;<br />
- Baixa exigência de processamento (em comparação como outros SGBD);<br />
- Vários sistemas de armazenamento de dados (batabase engine), como MyISAM, MySQL Cluster, CSV, Merge, InnoDB, entre outros;<br />
- Recursos como transactions (transações), conectividade segura, indexação de campos de texto, replicação, etc;<br />
- Instruções em SQL, como indica o nome.</p>
<p>Até o momento em que este artigo era escrito, o MySQL estava na versão 5.0 (mais precisamente, 5.0.26). Em relação à versão 4.0, houve acréscimo de vários recursos e melhorias importantes, como:</p>
<p>- Triggers;<br />
- Stored procedures;<br />
- Sub-selects;<br />
- Suporte total ao <a href="http://unicode.org/" target="_blank">Unicode</a>;<br />
- INFORMATION_SCHEMA (para armazenamento do dicionário de dados);<br />
- Server side cursors;<br />
- Suporte a SSL;<br />
- Melhoria no tratamento de erros.</p>
<p>O MySQL surgiu na Suécia pelas mãos de três colegas: Allan Larsson, David Axmark e Michael Monty Widenius. Trabalhando com base de dados, eles sentiram a necessidade de fazer determinadas conexões entre tabelas e usaram o mSQL para isso. Porém, não demorou para perceberem que essa ferramenta não lhes atendia conforme o necessário e passaram a trabalhar em uma solução própria. Surgia então o MySQL, cuja primeira versão foi lançada no ano de 1996.</p>
<p>Um fato importante a ser destacado sobre o MySQL é que esse SGBD também possui uma licença comercial, isto é, paga. Neste caso, é possível obter suporte diferenciado dos desenvolvedores.</p>
<p>Vale ressaltar também que, em fevereiro de 2008, o MySQL foi comprado pela <a href="http://www.sun.com/" target="_blank">Sun Microsystems</a>, que pagou a quantia de 1 bilhão de dólares pela aquisição. Mais informações sobre essa transação <a href="http://www.mysql.com/news-and-events/sun/" target="_blank">neste link</a> (em inglês).</p>
<p><strong>O banco de dados PostgreSQL</strong></p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/posgresqllogo.jpg" alt="PostgreSQL" width="90" height="90" align="right" />O sistema gerenciador de banco de dados PostgreSQL teve seu início na Universidade de Berkeley, na Califórnia, em 1986. À época, um programador chamado Michael Stonebraker liderou um projeto para a criação de um servidor de banco de dados relacionais chamado Postgres, oriundo de um outro projeto da mesma instituição denominado Ingres. Essa tecnologia foi então comprada pela Illustra, empresa posteriormente adquirida pela Informix. Porém, mesmo diante disso, dois estudantes de Berkeley (Jolly Chen e Andrew Yu) compatibilizaram o Postgres à linguagem SQL. Este projeto recebeu o nome de Postgres95.</p>
<p>Em 1996, quando o projeto estava estável, o banco de dados recebeu o nome de PostgreSQL. No entanto, enquanto ainda possuía o nome Postgres95, o banco de dados teve várias mudanças. O seu código foi totalmente revisado e a linguagem SQL foi definida como padrão.</p>
<p>Tecnicamente falando, o PostgreSQL é um banco de dados relacional e orientado a objetos. Um de seus atrativos é possuir recursos comuns a banco de dados de grande porte, o que o deixa apto a trabalhar, inclusive, com operações de missão crítica. Além disso, trata-se de um banco de dados versátil, seguro, gratuito e de código aberto (disponível sob uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/BSD_license" target="_blank">licença BSD</a>).Entre suas características, tem-se:</p>
<p>- Compatibilidade multi-plataforma, ou seja, executa em vários sistema operacionais, como Windows, Mac OS X, Linux e outras variantes de Unix;<br />
- Compatibilidade com várias linguagens, entre elas, Java, PHP, Python, Ruby, e C/C++;<br />
- Base de dados de tamanho ilimitado;<br />
- Tabelas com tamanho de até 32 TB;<br />
- Quantidade de linhas de até 1.6 TB ilimitada;<br />
- Campos de até 1 GB;<br />
- Suporte a recursos como triggers, views, stored procedures, SSL, MVCC, schemas, transactions, savepoints, referential integrity e expressões regulares;<br />
- Instruções em SQL, como indica o nome.</p>
<p>No momento em que este artigo era escrito, o PostgreSQL estava na versão 8.1.</p>
<p><strong>MySQL x PostgreSQL</strong></p>
<p>MySQL ou PostgreSQL, qual usar? Ambos são muito bons e não fazem feio diante das alternativas pagas. Além disso, possuem recursos e vantagens em comum, o que significa que, para a maioria das aplicações, ambos podem ser usados. Na verdade, o correto não é tentar descobrir qual é o melhor, mas em que situação um ou outro deve ser utilizado.</p>
<p>O PostgreSQL é otimizado para aplicações complexas, isto é, que envolvem grandes volumes de dados ou que tratam de informações críticas. Assim, para um sistema de comércio eletrônico de porte médio/alto, por exemplo, o PostGreSQL é mais interessante, já que esse SGBD é capaz de lidar de maneira satisfatória com o volume de dados gerado pelas operações de consulta e venda.</p>
<p>O MySQL, por sua vez, é focado na agilidade. Assim, se sua aplicação necessita de retornos rápidos e não envolve operações complexas, o MySQL é a opção mais adequada, pois é otimizado para proporcionar processamento rápido dos dados e tempo curto de resposta sem exigir muito do hardware. Se você precisa, por exemplo, de um banco de dados para armazenar o conteúdo do seu site, de seu fórum ou necessita manter um cadastro de usuários de um portal, o MySQL &#8220;serve como uma luva&#8221;, pois tais aplicações não necessitam dos recursos avançados que o PostgreSQL oferece.</p>
<p>Para escolher um destes dois SGBD, procure entender bem quais recursos sua aplicação precisa. Tente estimar o volume de dados, avalie o hardware disponível, certifique-se das funcionalidades necessárias e, posteriormente, procure por informações mais detalhadas do MySQL e do PostGreSQL. Se sua aplicação for simples &#8211; principalmente se for algo ligado à internet -, não é preciso pensar muito: o MySQL é uma escolha satisfatória, pois é facilmente encontrado em serviços de hospedagem.</p>
<p>Todavia, há situações em que tanto o MySQL quanto o PostgreSQL serão boas escolhas. Nesses casos, é recomendável fazer testes com ambos e avaliar qual oferece mais vantagens à aplicação.</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="http://www.infowester.com/postgremysql.php">http://www.infowester.com/postgremysql.php</a></div>
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		<media:content url="http://www.infowester.com/img_art/mysqllogo.png" medium="image">
			<media:title type="html">MySQL</media:title>
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			<media:title type="html">PostgreSQL</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Processadores &#8211; 32 bits x 64 bits</title>
		<link>http://infoduvidas.wordpress.com/2009/03/04/processadores-32-bits-x-64-bits/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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<p>Tanto a <a href="http://www.intel.com.br/" target="_blank">Intel</a> como a <a href="http://www.amd.com.br/" target="_blank">AMD</a> já colocaram no mercado processadores que trabalham a 64 bits. Em poucos anos, esse tipo de chip será o padrão. Muita gente sabe que os modelos de 64 bits são melhores que os de 32 bits e este artigo se propõe a mostrar exatamente como e onde ocorre essas melhorias.</p>
<p><strong>32 bits x 64 bits</strong></p>
<p>Se você vai a uma loja de informática para comprar um computador, o vendedor pode lhe oferecer dois tipos: um com um processador de 64 bits e outro com um processador de 32 bits. &#8220;O de 64 bits é mais caro, porém é muito mais rápido e tem melhor desempenho&#8221;, lhe diz o vendedor. Isso significa que seus jogos rodarão mais rápidos, assim como programas pesados, como AutoCad, Premiere, entre outros, não? Talvez. Vejamos o porquê.</p>
<p>Quando nos referimos a processadores de 16 bits, 32 bits ou 64 bits estamos falando dos bits internos do chip &#8211; em poucas palavras, isso representa a quantidade de dados e instruções que o processador consegue trabalhar por vez. Por exemplo, com 16 bits um processador pode manipular um número de valor até 65.535. Se certo número tem valor 100.000, ele terá que fazer a operação em duas partes. No entanto, se um chip trabalha a 32 bits, ele pode manipular números de valor até 4.294.967.296 em uma única operação.</p>
<p>Para calcular esse limite, basta fazer 2 elevado à quantidade de bits internos do processador. Então, qual o limite de um processador de 64 bits? Vamos à conta:</p>
<p><strong>2^64 = 1.84467441 × 10^19</strong></p>
<p>Um valor extremamente alto!</p>
<p>Agora, suponha que você esteja utilizando um editor de textos. É improvável que esse programa chegue a utilizar valores grandes em suas operações. Neste caso, qual a diferença entre utilizar um processador de 32 bits ou 64 bits, sendo que o primeiro será suficiente? Como o editor utiliza valores suportáveis tanto pelos chips de 32 bits quanto pelos de 64 bits, as instruções relacionadas serão processadas ao mesmo tempo (considerando que ambos os chips tenham o mesmo clock).</p>
<p>Por outro lado, aplicações em 3D ou programas como AutoCad requerem boa capacidade para cálculo e aí um processador de 64 bits pode fazer diferença. Suponha que determinadas operações utilizem valores superiores a 4.294.967.296. Um processador de 32 bits terá que realizar cada etapa em duas vezes ou mais, dependendo do valor usado no cálculo. Todavia, um processador de 64 bits fará esse trabalho uma única vez em cada operação.</p>
<p>No entanto, há outros fatores a serem considerados. Um deles é o sistema operacional (SO). O funcionamento do computador está diretamente ligado à relação entre o sistema operacional e o hardware como um todo. O SO é desenvolvido de forma a aproveitar o máximo de recursos da plataforma para o qual é destinado. Assim, o Windows XP ou uma distribuição Linux com um kernel desenvolvido antes do surgimento de processadores de 64 bits são preparados para trabalhar a 32 bits, mas não a 64 bits.</p>
<p><strong>A influência do sistema operacional</strong></p>
<p>Ao se colocar um sistema operacional de 32 bits para rodar em um computador com processador de 64 bits, o primeiro não se adaptará automaticamente e continuará mantendo sua forma de trabalho. Com isso, é necessário o desenvolvimento de sistemas operacionais capazes de rodar a 64 bits.</p>
<p>O Desenvolvimento ou a adaptação de um sistema operacional para trabalhar a 64 bits não é tão trivial assim. Na verdade, é necessário que o SO seja compatível com um processador ou com uma linha de processadores, já que pode haver diferenças entre os tipos existentes. Em outras palavras, o sistema operacional precisa ser compatível com chips da AMD ou com chips da Intel. Se possível, com os dois.</p>
<p>No caso do Windows XP, a Microsoft disponibilizou a versão &#8220;Professional x64&#8243;, compatível com os processadores AMD Athlon 64, AMD Opteron, Intel Xeon (com instruções EM64T) e Intel Pentium 4 (com instruções EM64T). De acordo com a Microsoft, a principal diferença entre essa e as versões de 32 bits (além da compatibilidade com instruções de 64 bits) é o suporte de até 128 GB de memória RAM e 16 TB de memória virtual. Nada mais natural: se a aplicação para o qual o computador é utilizado manipula grande quantidade de dados e valores, de nada adianta ter processamento de 64 bits, mas pouca memória, já que, grossamente falando, os dados teriam que &#8220;formar fila&#8221; para serem inseridos na memória, comprometendo o desempenho.</p>
<p> </p>
<p>O mesmo ocorre com o Linux. Se você visitar o site de alguma distribuição para baixar uma versão do sistema operacional, muito provavelmente encontrará links que apontam para diversas versões. O site do Ubuntu Linux, por exemplo, oferece links para processadores x86 (32 bits), Mac (chips PowerPC) e 64-bit (processadores AMD64 ou EM64T).</p>
<p>Você pode ter se perguntado se é possível utilizar um sistema operacional de 32 bits com um processador de 64 bits e migrar o primeiro para uma versão adequada futuramente. Depende. O processador Intel Itanium é apelidado por alguns de &#8220;puro sangue&#8221;, já que só executa aplicações de 64 bits. Assim, uma versão de 32 bits de um sistema operacional não roda nele. Por outro lado, processadores Athlon 64 são capazes de trabalhar tanto com aplicações de 32 bits quanto de 64 bits, o que o torna interessante para quem pretende usar um SO de 32 bits inicialmente e uma versão de 64 bits no futuro.</p>
<p><strong>AMD64 e EM64T</strong></p>
<p>Ao serem citadas anteriormente, você pode ter se perguntado o que significa as siglas <a href="http://www.x86-64.org/" target="_blank">AMD64</a> e <a href="http://www.intel.com/technology/64bitextensions/" target="_blank">EM64T</a>:</p>
<p>AMD64: originalmente chamado de x86-64, AMD64 (ou AMD64 ISA &#8211; Instruction Set Architecture) é o nome da tecnologia de 64 bits desenvolvida pela AMD. Um de seus destaques é o suporte às instruções de 32 bits (Legacy Mode);</p>
<p>EM64T: sigla para Extended Memory 64-bit Technology, o EM64T é tido como a interpretação do AMD64 feita pela Intel. Devido a isso, recebeu de alguns a denominação iADMD64 (o &#8220;i&#8221; faz referência à primeira letra do nome da Intel).</p>
<p> </p>
<p><strong>Finalizando</strong></p>
<p>O InfoWester recebeu mais de uma vez perguntas sobre o quão veloz são os processadores de 64 bits. Na verdade, a palavra-chave para esse tipo de chip não é &#8220;velocidade&#8221;, mas &#8220;capacidade&#8221;. Compare a uma locomotiva cujo motor é preparado para suportar mais vagões. Ela carregará mais, o que diminui a quantidade de viagens, mas sua velocidade continuará a mesma.</p>
<p>A velocidade dos processadores alcançará um limite, por isso outras características devem ser consideradas para que um processador seja vantajoso em relação a outro, pelo menos até que uma nova tecnologia para esses chips surja (como os computadores quânticos). A arquitetura de 64 bits é um excelente exemplo disso. Fazer mais e melhor. Esse é o diferencial a partir de agora.</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="http://www.infowester.com/64bitsx32bits.php">http://www.infowester.com/64bitsx32bits.php</a></div>
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		<title>Linux &#8211; Porque usar?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 22:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoduvidas</dc:creator>
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<p><em>Até mesmo quem nunca mexeu no Linux sabe que esse sistema operacional ganha novos usuários a cada dia. Quem acompanha as notícias com mais freqüência sabe que a maioria desses novos usuários são empresas. O número de companhias que estão adotando o Linux é cada vez maior. Mas, se por esse lado o Linux alcança esse sucesso, por outro, o lado dos usuários domésticos, o mesmo não acontece. Não, isso não significa que o número de usuários &#8220;caseiros&#8221; não cresce. Isso acontece sim, mas numa proporção menor se comparado ao crescimento do Linux nas empresas. Por que será que existe essa diferença?</em></p>
<p>A adoção do Linux pelas empresas se deve, basicamente, aos seguintes motivos: custo/benefício e capacidade de operação. As companhias sempre buscam formas de cortar custos. Com o Linux, conseguem fazer isso evitando gastos enormes com a aquisição de licenças de software. É óbvio que tais empresas não adotam um sistema simplesmente por ser de baixo custo. É necessário que esse sistema satisfaça as necessidades da empresa. O Linux não só permite que isso aconteça como também proporciona ótima performance nas operações em que é destinado. As empresas podem usar o Linux para diversas funções, principalmente para aquelas relacionadas à redes. As mais utilizadas são:</p>
<ul>
<li>Servidor de páginas na internet (servidor Web);</li>
<li>Servidor FTP;</li>
<li>Servidor de e-mail;</li>
<li>Servidor Samba (Servidor Windows);</li>
<li>Servidor DNS (Domain Name Server);</li>
<li>Gateway (roteador) entre uma LAN (rede local, como num prédio, por exemplo) e a internet;</li>
<li>Servidor de banco de dados.</li>
</ul>
<p>Esses são os exemplos mais comuns. O Linux oferece uma gama tão ampla de recursos que pode ser usado para os mais diversos fins. Sabe-se, por exemplo, que estúdios de cinema em Hollywood estão usando Linux em clusters, principalmente para a geração de efeitos especiais. De uma forma em geral, as empresas que adotam o Linux contam com o fato de poderem alterar o sistema para que ele se adeque às necessidades da companhia.</p>
<p>Do lado do usuário doméstico, no entanto, isso já não é tão promissor assim. Mesmo com as distribuições Linux oferecendo cada vez mais facilidade de uso a cada versão, o Linux vem sendo adotado quase que exclusivamente por usuários que trabalham com computação/informática. É raro ver alguém que não seja da área usando esse sistema. Isso acontece não só por causa da popularidade dos sistemas operacionais pagos, mas também porque o Linux ainda não é um sistema fácil de se trabalhar, se comparado com o Windows ou Mac OS, por exemplo. Talvez, facilidade não seja o termo adequado a se empregar aqui, a não ser que associemos tal termo à costume. No geral, as pessoas, mesmo as que trabalham com informática estão acostumadas a usar outro sistema operacional e migrar para o Linux pode causar muita estranheza. Provas de que essa questão de facilidade é relativa podem ser vistas nos projetos de inclusão digital, como os Telecentros em São Paulo. Neles, a população carente tem acesso à internet e pode usar os computadores para tarefas do dia-a-dia. O sistema operacional que roda nesses computadores é o Linux. A maioria dessas pessoas nunca teve contato com um computador. Com os Telecentros estão tendo a primeira oportunidade.</p>
<p>Curioso é notar que muitas pessoas acostumadas com o Windows têm mais dificuldade em realizar determinadas tarefas do que os usuários dos Telecentros. Isso porque estão apenas acostumadas com outro sistema operacional. Se olharmos para alguns anos atrás, veremos que o Linux está cada vez mais fácil de instalar e usar. Programas de escritório, de internet, de tratamento de imagens e até mesmo jogos, são oferecidos aos montes nas distribuições. Praticamente todo tipo de software é desenvolvido e disponibilizado para o Linux, sem que seja necessário pagar nada. Decerto, alguns tipos ainda precisam evoluir, como os jogos, que estão mais presentes em outros sistemas. Mas isso é simplesmente uma questão de tempo.</p>
<p>Outro fator a contar é o desempenho. O Linux não trava (às vezes isso acontece, mas não se trata do Linux, e sim de algum componente seu, como o ambiente gráfico), pois oferece um gerenciamento de memória muito eficiente, segurança e robustez. Mesmo com todas essas vantagens, o crescimento do uso do Linux ainda é pequeno entre os usuários domésticos e, como já foi dito, uma das razões para isso é o costume com outro sistema operacional. Para exemplificar: se em um determinado sistema operacional o usuário consegue instalar drivers para equipamentos de hardware, pode sentir grandes dificuldades para fazer o mesmo no Linux. Em certos casos, uma tarefa é mais simples de ser feita em um outro sistema operacional. Isso porque esse usuário ainda não está acostumado com o &#8220;sistema do pingüim&#8221;.</p>
<p class="MsoBodyText">As empresas não precisam, dependendo da aplicação, de facilidades de uso para utilizar o Linux, visto que contratam mão-de-obra especializada. Elas dão prioridade aos quesitos custo e desempenho. Um fato que deve ser notado é que essas empresas nem sempre utilizam o Linux como uma estação de trabalho ou em PCs. Por que? Mais uma vez entra em cena a questão do costume e facilidade. Os funcionários (por exemplo, uma recepcionista) estranharão muito se tiverem que usar o Linux. Mesmo quando as empresas oferecem treinamento, leva tempo para uma adaptação. Apesar disso, muitas companhias já perceberam que é menos custoso investir em treinamento para uso do Linux do que na aquisição de sistemas e programas pagos.</p>
<p class="MsoBodyText">O crescimento do uso do Linux entre usuários domésticos é pequeno se comparado às empresas, mas mesmo assim, é muito significante. Talvez, seja até melhor simplesmente dizer &#8220;o uso do Linux por empresas é maior que por usuários domésticos&#8221;. O usuário doméstico, na maioria dos casos, ainda o vê como uma alternativa, não como uma solução definitiva. Mas com o tempo de uso, ele cada vez menos dependerá de outro sistema e poderá chegar num ponto em que o Linux será o único sistema operacional em seu computador. Seja em sua casa ou em sua empresa, não importa. O Linux oferece vantagens para ambos os lados, afinal, Linux não é simplesmente um sistema operacional, é um conceito na computação que se adapta a qualquer nível de uso e que satisfaz praticamente qualquer necessidade computacional.</p>
<p class="MsoBodyText">Fonte:</p>
<p class="MsoBodyText"><a href="http://www.infowester.com/linempxdomes.php">http://www.infowester.com/linempxdomes.php</a></p>
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